"Reconhecemos a liberdade de expressão como princípio fundamental do estado e da convivência democrática, entretanto, que há limites objetivos no seu exercício. A ridicularização da fé e o desdém pelo sentimento religioso do povo por meio do uso desrespeitoso da imagem da pessoa de Jesus Cristo sugerem a manipulação e instrumentalização de um recurso editorial com mera finalidade comercial", diz trecho da nota.
A revista trata em sua reportagem de capa sobre o que chama de "polêmica do momento no futebol brasileiro: a crucificação de Neymar". De acordo com a "Placar", o atacante do Santos e da seleção brasileira, vaiado nos estádios nas últimas semanas e chamado de "cai-cai" por torcedores e pela imprensa internacional, virou o "bode expiatório em um esporte onde todos jogam sujo".
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